À comunidade da UFPR,

Agradecemos o apoio dos professores, técnicos administrativos e estudantes em nossa proposta construída coletivamente. Acreditamos que a dedicação de cada um permitiu que a UFPR não passasse pelo ano do centenário sem uma profunda reflexão.

Com compromisso institucional de dois professores que construíram a vida nesta Universidade, encabeçamos uma chapa de OPOSIÇÃO consciente, preocupada em garantir a governabilidade, a publicização dos problemas da UFPR e o espírito democrático da participação de todas as partes nos processos decisórios da UFPR.

Sem nenhuma máquina organizada – institucional ou sindical – à nossa disposição. Fizemos nossa campanha na sola do sapato. Com a contribuição de pessoas de todos os setores, unidades e segmentos da UFPR, construímos uma proposta coletiva e progressista para a nossa Universidade.

Pela primeira vez apresentamos uma oposição independente. Este é o maior capital político que produzimos. Montamos uma equipe em que TOD@s podiam escrever, falar, opinar, decidir: discutimos muito cada texto, cada ideia e tivemos sempre um grupo de pessoas que nos acompanharam nas andanças pela UFPR movidas apenas pela certeza de nossa proposta.

Nosso maior mérito foi ter constituído um grupo coeso – equipe azeitada, alegre, assertiva, solidária e cooperativa. Destacamos aqui a militância virtual. As redes sociais nos foram de grande importância, já que a atual gestão nos negou o direito de ter acesso ao endereço de toda a comunidade universitária.

Ouvimos desde pedidos simples até sugestões de projetos mirabolantes por parte daqueles mais otimistas. Tudo devidamente anotado e que ajudou a compor nossa Carta Proposta.

Constatamos que os nossos processos gerenciais e administrativos – ultrapassados e emperrados – jogam contra a excelência acadêmica.

Discutimos, no processo eleitoral, possibilidades de outros arranjos para o trabalho acadêmico e administrativo, que levaremos para discussão na Estatuinte. Como representantes da Oposição, trabalharemos ativamente para que próxima gestão inicie imediatamente esse debate de forma ampla e democrática.

Mantemos nosso compromisso de luta por uma UFPR de excelência acadêmica, inclusiva para seus servidores, estudantes e para a sociedade brasileira, norteadora em processos de inovações científicas, aberta para experimentos culturais, novas práticas pedagógicas e que sua prática reflita os movimentos sociais, políticos e culturais presentes no mundo contemporâneo.

Passado este momento de greves e de eleições em todos os âmbitos, reiteramos nossa crença no espírito universitário da diversidade, do debate de ideias e da autonomia universitária.

Retomamos aos nossos lugares de origem, tanto acadêmica como na gestão da universidade, considerando que fomos, ao longo desse processo eleitoral conturbado, os porta-vozes de mais de 700 docentes, mais de 1.200 técnicos e 4.200 estudantes.

Foi bom demais andar pela UFPR. Aprendemos muito e reafirmamos o que já sabíamos: administrar a UFPR exige alma de compaixão e de desprendimento. Exige, também, capacidade para se indignar.

Mas há uma coisa que não está ao nosso alcance: fazer pelos outros. Aprendemos que podemos fazer, mas COM os outros.

Respeitamos e agradecemos o apoio e a confiança em nós depositados, lembrando que o projeto de uma UFPR pra Valer não morre. Está apenas começando. 

Situação perde a linha e suspeita até da sombra

Com dificuldades para emplacar a chamada onda azul, em especial no HC onde o reitor/candidato disse que as chefias e a direção do hospital não serão diretas e sim indicadas, a campanha da chapa 2, da situação entrou em total desespero. A partir de agora, todos são suspeitos para o candidato. O assédio moral deve ser rotina nesta reta final. A prova disso veio no transporte das urnas, ainda vazias, diga-se de passagem.

Mesmo designado pela Comissão Paritária de Consulta – CPC – para transportar as urnas até o litoral, o professor Rodrigo Horochovski foi impedido de seguir viagem graças a uma ameaça de intervenção jurídica da chapa 2.

Com medo até da sombra, a candidatura da situação acionou um advogado para defender a tese de que o professor – que iria transportar as urnas para colaborar com o processo – seria suspeito e não deveria transportá-las.

Diante da ameaça de processo judicial e do assédio moral que sofreu – via telefone -, o professor precisou abandonar a viagem e retornar até a sede CPC para devolver as urnas.

Sem medo – A experiência deste domingo deve se tornar rotina durante esta reta final de eleições na UFPR. O reitor/candidato notou que se existe uma onda na UFPR ela é amarela.

Precisamos ser fortes. Ter coragem para enfrentar as ameaças de retaliação e seguir lutando até ao final. Falta muito pouco para concretizarmos o sonho de ter uma UFPR Pra Valer!

Balanço dos debates

Abaixo, a íntegra da oitava edição do jornal Oposição UFPR pra Valer – Tarcisa e Bona.

Informativo Tarcisa e Bona UFPR pra Valer ! Nº 08 – Debates
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Debate pra Valer !

Abaixo, a íntegra da sétima edição do jornal Oposição UFPR pra Valer – Tarcisa e Bona.

Informativo Tarcisa e Bona UFPR pra Valer | N° 07, 2012 – Debate

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Propostas pra Valer!

Valorização de ensino, pesquisa e extensão para os docentes
“Temos que sair da lógica de ilhas de excelência para a de uma nação de excelência”.

Estudantes: mais que serviços de assistência, orientação psico pedagógica, cidadã e profissional
“Nossa instituição só existe em relação aos estudantes”.

Experiência
“Entendemos gestão como diálogo, discussão e estabelecimento coletivo de prioridades”.

Inclusão e meritocracia são complementares
“É preciso desenvolver políticas de diversidade na UFPR”.

Participação e eficiência como fórmula de gestão
“Nosso grande desafio é diminuir a burocracia pelo menos à metade”.

Porque ser reitora?
“A UFPR está perdendo espaço na produção científica e tecnológica”.

Participação e meritocracia
“Não trabalharemos na lógica da política dos amigos e sim dos mais competentes”.

Veja a íntegra das propostas clicando Aqui!

Política de Assuntos Estudantis é com a Tarcisa!

A Assessoria de Assuntos Estudantis – AAE – foi criada durante a gestão da UFPR em que a professora Tarcisa foi vice-reitora.

Com a visão estratégica de que a AAE seria o embrião para a formação de uma Pró-Reitoria específica para o atendimento às questões estudantis, alguns princípios pautaram sua atuação: a articulação por meio do envolvimento das diversas unidades em prol da política estudantil, o atendimento a coletividade dos estudantes, a responsabilidade técnica e social na definição de critérios para utilização dos recursos e o investimento na formação acadêmica e de cidadania.

Nesse sentido, a AAE ampliou sua atuação fortalecendo além do Movimento Estudantil, diversos grupos de estudantes e ações institucionais estudantis tais como: o Movimento de Moradia Estudantis, por meio de estímulo à articulação entre as CASAS Estudantis, o Movimento das Empresas Juniores, as Ações Afirmativas (Programa Afroatitude, Programa Conexões do Saber e Coletivo dos Estudantes Indígenas). Sem contar a reestruturação do Programa Bolsa Permanência, ampliando esse programa para atendimento específico aos laboratórios de informática e Biblioteca (SIBI).

Tarcisa também foi a responsável pela criação da Campanha Trote Humano, que visava à recepção digna aos calouros e contribuiu com a implementação das Atividades Formativas, com aporte financeiro para participação em eventos estudantis, apresentação de trabalhos acadêmicos em congressos, seminários, Intercâmbio Internacional e valorização da bolsa permanência. Foi na mesma gestão que Tarcisa estimulou os estudantes na organização e participação em Eventos Institucionais, como a Feira das Profissões, Festival de Inverno, FAFGRAD, ENEC, Jogos Universitários e outros, além de dar origem as discussões sobre a criação do espaço de convivência.

Durante esse período de trabalho árduo, Tarcisa na vice-reitoria e Bona, na direção do Setor de Agrárias, não mediram esforços no apoio incondicional e não se furtaram em contribuir e defender recursos financeiros e estrutura necessária para o fortalecimento da Política de Assuntos Estudantis.

Por isso, tenho certeza de que a Política de Assuntos Estudantis na Gestão Tarcisa e Bona será um tema transversal e estará em constante diálogo com todas as unidades da UPFR em prol dos estudantes e será PRA VALER!!!

Cristiane Ribeiro da Silva
Assessora de Assuntos Estudantis – gestão 2004/2006

Tarcisa nocauteia reitor candidato

Debate promovido pelos estudantes fez reitor descer do salto

 Não foi uma nem duas vezes que a Chapa 1 tirou a situação do sério. Acostumado a reverências, a atual gestão ficou perdida no debate realizado na quarta-feira, 3/10, no Centro Politécnico. Temas como privatização, burocracia institucional, controle social subiram a temperatura do evento.

Promovido pelo C7, que congrega os centros acadêmicos do Setor de Tecnologia, o debate ficou quente mesmo, quando a Chapa 1, de Oposição, questionou o atual administrador da UFPR sobre o caso Santander, que por muito pouco não foi implementado na UFPR durante as últimas férias. Só não foi por pressão dos técnicos administrativos e movimento de estudantes. O Magnífico quicou nas tamancas e alegou ter recuado por conta de perceber que havia algo errado após a manifestação das duas categorias (se não se fiscaliza, o reitor embarca). Saiba o que ocorreu e tire sua conclusão.

O resumo da ópera do caso Santander

 

Em setembro de 2011, o reitor, que também é candidato, recebeu em seu gabinete ninguém menos que o presidente do banco espanhol, Emílio Botín. Pouco tempo depois, a Universidade abriu edital para conceder a confecção dos crachás de identificação dos técnicos e as carteirinhas de mais de 20 mil alunos. Segundo a Reitoria, a terceirização traria economia nas despesas com os crachás. 

Curiosamente, o Santander foi o único inscrito no processo de licitação, o que evidencia que o Banco sabia que seria o único concorrente. Como se isso não bastasse, o banco arrematou o negócio com o lance mínimo. A licitação pareceu muito mais um ritual de entrega do que uma forma de promover a concorrência entre as empresas interessadas.

Embora o contrato com o banco fosse claro ao afirmar que o crachá deveria ser de uso exclusivamente interno, as primeiras versões desse acordo apresentavam a possibilidade de utilizá-lo também como cartão de débito.

Em janeiro deste ano, os servidores, depois de aprovar moção de repúdio em assembleia à parceria UFPR/Santander, entraram com uma denúncia no MPF – Ministério Público Federal – apontando as irregularidades. Dois dias depois, o reitor, que também é candidato, voltou atrás e cancelou a confecção dos crachás.

Privatização não!

A professora Tarcisa foi enfática na resposta sobre a questão da privatização. A Chapa 1, de Oposição, é veementemente contra qualquer tipo de precarização das relações de trabalho, contra privatização ou terceirização. Entretanto, Tarcisa e Bona reconhecem a importância de se fazer parcerias com empresas para que os estudantes de áreas como a Tecnológica e as licenciaturas, por exemplo, possam fazer estágios e interagir com o mercado de trabalho.

Situação sofre com dupla personalidade

Não é que a Chapa 2 está com sérios problemas de identidade? Foi possível constatar isso no debate de quarta-feira, durante a exposição das propostas. Ora Zaki dizia ser o homem do diálogo, ora dizia que não tem de debater nada. Tem de agir. Mais uma vez não fica claro se ele é o reitor ou o candidato!

Uma Casa de Estudantes por ano

Ao final do debate, a Chapa 1 lembrou a trajetória de Tarcisa e Bona. Os dois vieram do interior e os dois são os primeiros das respectivas famílias que tiveram acesso à Universidade. Tarcisa morou na Casa da Estudante Universitária de Curitiba. Em função dessa experiência, do aumento constante da demanda e das dificuldades por que passam os estudantes na mesma situação, Tarcisa prometeu, em nome da chapa de Oposição, construir uma Casa de Estudantes por ano.

Amanhã tem mais

Não perca. Nesta sexta, 5/9, tem mais um debate entre os candidatos a Reitoria no HC. Você vai poder assistir ao vivo no site do Sinditest. Às 10h. Acesse aqui

Coordenador do CECIAL apoia Tarcisa e Bona!

Depois de vinte anos de UFPR como professor do Departamento de Ciências Sociais, posso afirmar que nossa Universidade pede, implora, por um tratamento mais acadêmico, mais profissional, mais afetuoso. Nós professores, alunos e servidores, merecemos isto. Sim, merecemos, porque passamos/passaremos, passarinhos, a melhor parte de nossas vidas aqui, doando para a Instituição e para nossos amigos o melhor de nós.

A professora Tarcisa, que além das qualidades que possui como gestora e como pessoa, é também minha amiga, reúne condições de propiciar esse movimento de (re) humanização de nosso trabalho, de nossas vidas. Basta que olhemos ao nosso redor e para o transcurso dos últimos anos para que tenhamos o desejo e a coragem de mudarmos nossa existência para melhor.

Vamos dar o primeiro passo nessa direção elegendo Tarcisa e Bona para a Reitoria.
Um abraço a todos,

Angelo José da Silva
 Professor do DECISO, Coordenador acadêmico do Centro de Estudos de Cultura e
Imagem da América Latina – CECIAL – Em pós-doutorado no Colégio do México –
México – DF

Informativo aos Estudantes pra Valer !

Abaixo, a íntegra da sexta edição do jornal Oposição UFPR pra Valer – Tarcisa e Bona.

Informativo Tarcisa e Bona UFPR pra Valer | N° 06, 2012 – Estudantes


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